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A terapia Sagrado Feminino tem como objetivo reavivar o propósito da escolha de ter o predomínio do Feminino nesta existência, por meio da sexualidade que é a energia vital da Vida. A escolha pela predominância da energia Yin (feminina) surge da necessidade de desenvolver a experimentação de certas condições.

O primeiro sentimento que o psiquismo destaca pela energia yin é a aceitação que, por muitas vezes, é confundida com submissão. A aceitação abre espaço e evidencia as infinitas possibilidades de que dispomos. Portanto, a função do aspecto Feminino yin é experimentar, “experenciar” sem fins lucrativos ou finalidade pré-concebida, identificando o que gosta e o que não gosta, por meio da apreciação. Assim, o que gosta será cultivado e o que não gosta será transformado.

O desenvolvimento das qualidades femininas através da sexualidade, que é uma competência que permeia todos os Centros de Força, propõe fazer para atender a si mesmo(a) e que isso seja realizado com fluência.

A busca e a validação do jeito próprio de ver, expressar e viver as próprias matrizes, nesta existência, afloram as características genuínas das várias versões praticadas simultaneamente (filha, irmã, amante, mãe, sabia, etc.) e ao longo da Vida. Uma das formas de se fazer isso, neste processo terapêutico, é desenvolvendo o direito ao egoísmo sadio, que é a matriz do autovalor e da autopriorização. Por exemplo, a prática da maternidade é tão saudável quanto a habilidade da mulher de se autonutrir, praticar o acolhimento consigo e atender às suas necessidades. Assim, essa mãe vivenciará as características próprias da sua maternidade, para atender a um jeito próprio, e a prática da contabilidade afetiva não se fará presente nesta relação mãe-filho.

A sexualidade e a genitalidade (um dos braços da sexualidade) são diferenciadas ao longo da terapia, para abrir espaço para a escolha da instância da sexualidade que se deseja viver a cada dia nas relações. Enquanto se experimenta o senso de exclusividade, no desenvolvimento da capacidade de troca, o amor consigo e as próprias necessidades.

Considerar as nove fases da lua, que constituem / compõem um ciclo lunar, conduz à vivência da condição de Ser mutável, que é praticada também pelas águas internas. Trata-se da parte “Maga" de cada mulher, que utiliza a energia da sexualidade para o processo de transformação de uma fase para outra, dentro de um ciclo lunar ou de um ciclo para o outro. Esse poder de transformação é denominado magia e se fortalece à medida que ocorre o acesso ao corpo erótico, que pertence a Macroconsciência. Mas, para que a "Maga" atue, é preciso que haja a disponibilidade para a instalação de um novo olhar e a ressignificação do que já foi vivido. Assim, os anseios da Alma por inovação são atendidos e o que era se torna base, o seu fruto se torna o novo e o ser se recria.

Essa terapia é realizada com inúmeros recursos que são escolhidos atendendo à individualidade de cada um. Entre eles estão: a leitura do campo e a identificação do portal, que se abre para a transformação de uma das várias versões praticadas; a liberação de pontos e canais; músicas e/ou instrumentos específicos; uso das ervas medicinais; uso dos cristais; indicação dos movimentos sagrados da pelve; indicação de elixires, alimentos e homeopatia; jornadas xamânicas; o estímulo da autosensorialização; etc.