Sagrado Feminino – Saber, Ousar, Querer, Amar

A LOGOMARCA

A Logomarca do Sagrado Feminino traz consigo a ideia, o propósito e o convite de um trabalho que vai, de tempos em tempos, passando por mutações, as quais reverberam na mudança de energias, que inspiram esse trabalho, bem como na mudança das cores que o representam.

Essas mudanças evidenciam a evolução do ser, que se dá com a prática da Lei da Mutabilidade, inerente ao próprio ser humano. Assim que uma nova Matriz é formada, ela fica à disposição de todos aqueles que ouvem os chamados da alma, para vivenciar esse convite.

As inspirações vigentes provêm do Povo Marrom e é comandada por Santa Sara Kali. Esse é o grupo que ancora a consciência do prazer, da autorrealização, do direito e do senso de autossuficiência neste planeta. A egrégora dos marrons ancora e oferta a Matriz da vivência autêntica da Androgenia, isto é, o equilíbrio das polaridades Yin (feminina) e Yang (masculina), que nos permite acessar o poder da complementariedade que já existe em cada um de nós.

UMA EXPLICAÇÃO DETALHADA DA LOGOMARCA:

A energia feminina, no centro da mandala na posição de lótus, favorece o enraizamento e a “presença presente”, ou seja, a forma como se vive o aqui e o agora, em que todas as possibilidades estão disponíveis, e é preciso ter presença e inteireza para identificá-las.

A “leitura corporal” feita dos cabelos ondulados, e em movimento, é que se iniciará algo do que já se tem, isto é, daquilo que já é vivido (já é presente), para daí alcançar o que é desejado. A intenção é que esse processo seja realizado com fluência e no próprio ritmo.

A Concha Cipreia tem a forma de uma pera, que remete ao formato do útero, apoiada pelas duas mãos na altura do ventre. A mensagem transmitida é que o poder criativo do ventre (Yang) é tão importante quanto o seu poder de “experenciar” e usufruir (Yin) o que foi criado. É a prática das duas polaridades que permite o alcance real do poder pessoal, isto é, criar (Yang) e usufruir o que foi criado (Yin).

A Flor Jasmim nasce de dentro da concha, expandindo para o lado direito, para o lado esquerdo e para o Portal entre o terceiro centro de força (plexo solar) e o quarto centro de força (chakra coronário). O jasmim é o elemento base, que promove uma desvinculação (ou uma “desmistura”) da energia do outro, para que se manifeste no indivíduo o senso de exclusividade. Esse princípio ativo, associado a outros elementos e a suas diversas aplicabilidades, desenvolve a habilidade da autorrevelação autêntica e equilibrada, que dispensa a performance e os atos de exposição.

A Mandala é composta por margaridas que ofertam princípios de base para o desenvolvimento da habilidade de “experenciação”.

AS ALTERAÇÕES DAS CORES PARA ATEDER AO COMANDO ATUAL:

As cores inspiradas para atender a essa nova fase são: o marrom, o vermelho e o azul, principalmente, o vermelho carmesin e o azul royal

O Povo Marrom e a sua inspiração para esse trabalho foram representados com a mudança da cor de pele na energia feminina. Essa cor revela que a potencialização da força para o desenvolvimento do que se intenciona acontece quando se utiliza a energia yin e yang de maneira equilibrada e com importâncias equivalentes.

A concha Cipreia na cor Púrpura, comparada à primeira imagem dessa concha, manteve fidedigna a sua cor original e não se alterou. A cor Púrpura é alcançada por meio da mistura entre a cor vermelha e a cor azul, com matizes que vão desde o magenta até o violeta. Segundo a Leitura Corporal, essa cor influencia o desenvolvimento e oferece princípios para a regulação das funções relacionadas à “sensopercepção”: inspiração; intuição; apreciação dos caracteres pessoais e alheios; presença da iniciativa, da impulsão e do empenho. E todos os estímulos e funções favorecem o equilíbrio e a ressignificação da prática do poder de criação e da permissão do direito de usufruto do que foi gerado (Yang e Yin equilibrados).

As flores Jasmim permaneceram na cor branca e reforçam o convite para a prática da transparência, além de reverenciar a luz interior.

Os diferentes tons de vermelho carmesin ou carmim, aplicados na mandala de margaridas (convite a “experenciação” de outros modos) e nas letras (forma de expressão), emanam estímulos promotores das atuações de determinismo, de coragem e de audácia; estimulam as aplicações do senso de propriedade, das competências “biopsíquicas”, associadas à vitalidade, e promovem a presença de força da pessoa; das funções ligadas à fundamentação, à concretude, ao desenvolvimento de capacidades de poderes, segundo a leitura corporal.

O tom de azul predominante é o royal, que trata o hábito da fala justificada, o que nos aproxima da prática dos desejos da alma e da aceitação do que se quer e do jeito próprio de se expressar

Bem-vindas (os) a essa nova matriz!

Para obter informações em relação aos atendimentos individuais, leia o texto postado em Terapias ou entre e em contato.

Bruna Letícia

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