Gestação

- A VIVÊNCIA DO EXPERIMENTO CRIATIVO -

O projeto Gestação: a vivência do experimento criativo foi desenvolvida para esclarecer, atender, acolher e humanizar o processo de geração ou gestação, que acontece como resultado da vivência da energia mais yang (polaridade masculina) da mulher. A proposta dele é trabalhar com diferentes grupos de mulheres, em consonância com as particularidades de cada grupo e em parceria com outros projetos.

A fase de gestação, assim como qualquer outro processo de criação, é muitas vezes citada como uma fase de maior expressão da feminilidade. Essa visão pode fortalecer o sistema de crenças e reverberar em uma confusão no psiquismo da mulher, que já vive em uma sociedade onde os valores praticados são direcionados mais para a criação e o prover do que para o experimento.

Entre as várias versões ou arquétipos da mulher, a parte "Mãe" é o que mais expressa a sua energia yang, uma vez que é ela quem provê, nutri e cria. A compreensão disso possibilita a vivência do cansaço, o desejo dos momentos dedicados apenas para si e a escolha por viver as suas demais funções sem culpa. Assim, os impulsos serão atendidos e observados considerando a sua individualidade, humanizando e ressignificando a sua concepção de maternidade.

Além disso, existe uma grande diferença entre a polaridade yang do homem e a polaridade yang da mulher. A primeira é a mais conhecida e, por muitas vezes, vista como única, sendo representada pelo estabelecimento de condições para a criação das diversas possibilidades. Já o yang feminino propõe o experimento criativo.

O experimento criativo se dá quando o jeito vivido não aprisiona, servindo como base para o novo e manifestando a liberdade de viver o ócio criativo. A apropriação do direito de ter momentos ociosos, olhar para o que acabou de fazer, curtir e definir o que fazer no próximo momento é uma forma de dar espaço para reinventar.

A geração ou gestação é uma competência inerente a todas as mulheres e pode ser vivenciada de diversas maneiras. A impossibilidade de vivenciar a geração é sinalizada por uma série de fatores, tais como o distanciamento da trajetória da alma, o aprisionamento a um sistema de crenças, a criação de subrealidades, entre outros.

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Os sinais e sintomas indicam as condutas e comportamentos "vencidos", ou que distanciam do jeito próprio. A partir da leitura deles, é possível estabelecer, de maneira mais assertiva, a terapêutica que melhor atende a cada pessoa, que constitui um grupo.

A descoberta do jeito próprio de ser mãe se dá por meio da “experenciação” de ser mãe de si mesma, reconhecendo as próprias necessidades, promovendo a autonutrição, priorizando-se e compreendendo que todas terão primeiramente a si como referência.

Quando nos permitimos desenvolver o egoísmo sadio de ser mãe de nós mesmas, nos colocamos disponíveis para a autorealização, enquanto mães, e saímos da possibilidade de viver a contabilidade afetiva na relação mãe-filho.

Esse projeto oferece palestras, workshops, acompanhamento de grupos e a oferta de recursos terapêuticos, tais como Reiki, práticas (exercícios), homeopatia, o uso de ervas medicinais (banhos, defumações, preparados, etc.), receitas com funções específicas no psiquismo e jornadas xamânicas.